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A Felicidade aos Poucos

Até quando a vontade fica
Aos braços do constante destino que recicla
Os outros questionamentos em vão.

O revés de sentir amor de leve escorre da minha mão
E o controle da alegria se acidenta na falta de harmonia.

Para tudo há um pouco
De solução dissolvida no amargo, que processa o sentimento
No talvez de viver nas incertezas do rever
Traçado na precisão do apontamento
Que aos poucos faz sofrer.

É de dor que revelo a lágrima
Na característica do existir que não me deixa progredir.
É a vontade dos outros que acaba a discernir

A felicidade aos poucos.
A felicidade aos poucos.
A felicidade aos poucos.

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