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Passou

É uma cana que acompanha uma noite de verão chuvosa com o céu tipicamente curitibano. O tragos saem em lentas baforadas pela boca e pulmões. Um ar tranqüilo por mais poluído que esteja. Quanto a tristeza, ficou por aí, jogada em ondas infinitas de uma ilha que ainda tem mel para beber.
O vigor está no cérebro que há pouco deixou o ano passado no tempo exatamente conjulgado corretamente. Ele ficou. Agora restam as lembranças tristes e felizes em uma lata amassada e jogada no mar. Quem saiba um dia ela volte à beira do mar. Maré cheia, oh! Clareia.
Pois bem, as coisas continuam, não? Então eu deixo por aí.

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